sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Amor eterno, seria possível ?

   A raça humana, desde sua existência, vem se relacionando e vivendo em coletivo. Com a "racionalização" do homem os seres foram criando novas formas de relacionamento sendo uma delas a relação homem e mulher, mulher e mulher, ou homem e homem. Relação resultante da sociabilidade dos seres humanos em conjunto da necessidade biológica de sexo, prazer, e perpetuação da espécie. Em tal contexto, surge a igreja e os padrões morais regendo a sociedade para o matrimônio e para o "amor" único e vitalício. É dai que surge minha atual indagação: - É possível existir amor eterno? E primeiramente, o que é amar? 
   Tentarei responder o que é amar de uma maneira racional, logo, como o amor não é nada racional não acredito que cheguemos a uma definição concreta. Segundo o significado gramatical, o verbo amar pode apresentar os seguintes sentidos: Quando transitivo direto, o verbo pode ter sentido de gostar muito de alguém, desejar, preferir ou apreciar; Quando intransitivo, pode caracterizar paixão, estar apaixonado; E quando pronominal, pode significar ter um sentimento mútuo de amor, ternura, paixão, ou de pratica do ato sexual. Assim a própria sociedade não caracteriza o amor como este significado platônico que protagoniza as telenovelas, filmes e a imaginação da população. O verbo amor esta mais relacionado com paixão, desejo e sexo, do que com a simples definição de contos de fadas. 
   Considerando as definições de amor, volto a perguntar: - É possível existir amor eterno? Quase a totalidade dos seres vivos se relacionam, e grande parte prossegue com a perpetuação da espécie. Mas é curioso observar que os seres humanos são os únicos seres vivos que se mantem ao lado da companheira(o) após o nascimento e criação do filho, mais curioso ainda é que somente os seres humanos almejam permanecer ao lado de sua companheira(o) até o fim dos dias. Mas agora, de onde vem tal aspiração? Freud após analisar a tragédia de Sófocles, Édipo Rei, formulou o conceito do Complexo de Édipo, o qual, o menino ou menina possuem sentimentos contraditórios de amor e hostilidade pela mãe e pelo pai respectivamente. Tal sentimento seria resultado de uma fraqueza, fragilidade dos homens, acarretando em uma necessidade de proteção materna ou paterna, e apartir daí, a criança passa a desejar a mãe ou ao pai sexualmente pelo simples fato de buscar proteção no seio dos mesmos. Os estudos de Freud abrem uma via de interpretação para responder de onde vem a aspiração pela busca de um amor eterno, e de uma companheira(o) vitalícia. Tal aspiração seria resultado da fragilidade dos homens e da busca incessante por proteção, por isso nossos desejos e afinidades pelo sexo oposto ou do mesmo sexo, está ligada diretamente com a figura paterna ou materna. Sendo assim, a humanidade busca no amor e no companheiro a figura e a proteção dos pais. Logo, provavelmente a companheira ideal à mim seria aquela que tivesse maior semelhança com minha mãe, e isto ocorre com grande parte da humanidade. 
   Assim o amor acaba sendo confundido com companheirismo, respeito e fraternidade, sentimentos que podem sim chegar a serem vitalícios, mas amor eterno torna-se algo complicado, pois buscamos nos outros algo que eles não são, e quando nos damos conta disto nos frustramos. É possível amar alguém? Sim, desde que respeitemos a pessoa como ela é, e não tentemos muda-la ou adapta-la de acordo com nossos desejos. E mesmo respeitando tudo isso há uma grande possibilidade de não durar para sempre, pois o amor está diretamente atrelado com desejo e paixão, sentimentos passageiros. E assim volto a perguntar: - É possível existir amor eterno?
Gabriel Ornellas

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Quem sou eu?

Às vezes quando "conheço" novas pessoas, elas me perguntam como eu me chamo. Hoje pensei e parei sobre isso e quando me peguei olhando de forma fixa para o infinito questionei o fundo do meu "auto conhecimento" indagando a seguinte pergunta: quem sou eu, e o que sou? A primeira resposta veio com as quatro letras que compõem meu nome. Uma mistura ou anagrama de letras que me deram e eu me fiz acreditar que me explica e diz quem sou (por incrível que pareça existem alguns livros que descrevem a personalidade das pessoas pelos seus nomes, algumas coisas incrivelmente coincidem, acho).
Mas não, talvez eu não seja o meu nome e nem a figura de cabelos despenteados que se olha no espelho pela manhã e rí da própria imagem. Não que eu me ache feio, mas simplesmente aquele, ou este, conjunto de pele e osso faz inexplicavelmente brotar um sorriso no mesmo. Mas ainda restava a questão perambulando em minha mente.
Pensei em minha infância e em tudo que realizei. Mas mais do que eu realizei existe aquilo que eu não fiz. Ainda não. Agora enquanto ouço a voz de meus familiares percebo que não sou, somos. Sou ao mesmo tempo todos e um só. A individualidade no meio de um imenso coletivo. Sou cada familiar, amigo, professor, motorista de ônibus, balconista e estranho que cumprimento e me cumprimenta na rua. Ou talvez tenham sido eles apenas parte de mim? Seria muita arrogância de minha parte pensar assim?
O quê ou quem "sou" pode ser aquilo que posso representar, tanto positiva quanto negativamente, pois já dizia "alguém" (de quem eu não me recordo o nome) que "nada é tudo bem ou tudo mal". Mais importante do que me definir por máscaras titulares de CEO (vi isso como definição de quem sou eu em um perfil incomum no Twitter, porém quem sou eu para julgar esta "condição de existência"), são os sorrisos que auxiliei a serem abertos em diferentes lábios, ou mentes perturbadas das quais ajudei a dissipar as nuvens negras que a rodeavam. Mais importante que isso é eu ter visto ao menos um nascer do sol e observado o mesmo se escondendo na linha do oceano. Ou talvez ter sentido aquele cheiro de chuva que nos avisa a retirar as roupas do varal, esperar a chuva cair para sentir com alegria seus primeiros pingos molhados e ensopado se despedir deles já com saudade. Será que aquele primeiro raio de sol matutino que incide em nossos glóbulos oculares, queimando por um momento curto, mas acariciando a mente e dizendo baixinho e com ternura de que um belo dia se inicia. Mesmo aqueles momentos de raiva ou torpor dos quais tive de atravessar só ou acompanhado, todos eles, lembrando que bons ou ruins talvez sejam "eu".
Chego a pensar portanto, porém sem concluir que, sou tudo isso e que tudo isso e os sentimentos causados com essas experiências fazem parte de mim. Porque o que penso que sou pode ser apenas aquilo a que fui exposto nesse mundo de experiências, e as que virão me farão diferente. Atrás de uma essência inexplicável eu me insiro dentro deste organismo e interajo com o mundo, mudando e "voltando ao normal" ,buscando uma resposta da qual não tenho certeza nenhuma de que haja uma pergunta.

PS.: Perdoem a quantidade de aspas, mas elas eram de real importância para mim.
Igor Vivo

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O Que é Inteligência?

   Vivemos em um mundo que nos pressiona a viver em uma ditadura do pensamento único. Somos reféns do conhecimento padronizado, passando por diversas aprovações, muitas das quais, não julgam o quanto somos inteligentes, e sim o quanto somos capazes, em determinada área do conhecimento. Pablo Picasso foi um péssimo aluno, todavia, capaz de produzir obras de arte com valores inestimáveis. Seria ele uma pessoa desprovida de inteligência por não conseguir fazer raciocínios lógicos apurados, ou por não obter êxito em um teste linguístico? Pesquisas do psicólogo americano Howard Gardner, subdivide as áreas do conhecimento(inteligência) em 8 classificações. Sendo assim, cada ser mais suscetível a certas áreas.
   Em sua pesquisa conhecida como Teoria da Inteligência Múltipla, Gardner classifica as múltiplas capacidades da mente em: Lógico-matemática, capacidade de analisar problemas, operacões matemáticas e questões científicas, como fazem engenheiros, matemáticos e cientistas; Linguística, sensibilidade para a língua escrita e falada, presente em oradores e escritores; Espacial, Capacidade de entender o mundo visual em detalhes, como fazem os arquitetos, desenhistas e escultores; Musical, habilidade para tocar, compor, e apreciar música; Corporal-Cinestésica, capacidade de usar o corpo em atividades como danças e esportes; Inteligências Pessoais(intra e inter-pessoal), capacidade de se conhecer, socializar-se, e entender as inteções e motivações dos outros,   como fazem os políticos, diplomatas, e lideres; Naturalista, capacidade de reconhecer e classificar espécies da natureza, presente em biólogos e naturalistas; Existencial, habilidade de preocupar-se e formular questões fundamentais da existência, como fazem os filósofos. Popularmente, quando se diz que alguém é inteligente, está se medindo apenas as capacidades Lógico-matemática e linguística, medidas em testes de QI. Mas é inconsistente afirmar que alguém é mais inteligente que outra pessoas através de um teste de QI. Pois cada ser apresenta tipos de inteligências distintas, não havendo nenhuma com maior relevância. Logo, não pode-se afirmar que Picasso era burro por não ser bom em contas, pois ele não possuia sua capacidade lógica-matemática bem aflorada, contudo, sua capacidade espacial era apuradíssima. 
   A observação científica mostra que o mundo está cheio de gente que se destaca no pensamento lógico, mas não tem inteligência suficiente para expressar uma idéia com começo, meio e fim. Ou seja, a maioria das pessoas é, ao mesmo tempo, inteligente para algumas áreas do conhecimento e limitada para outras. Mas até que ponto é possível desenvolver a inteligência?  Essa é uma questão que vem intrigando os especialistas há séculos. Nas sociedades asiáticas influenciadas pelo confucionismo, vigora a idéia de que as pessoas diferem pouco no intelecto. Mais importante para seu sucesso é o esforço despendido por cada um. No Ocidente, por sua vez, circula a visão de que a inteligência é inata e de que quase nada se pode fazer para mudá-la. O fato é que a ciência já reuniu evidências suficientes para concluir que a inteligência é resultado dos dois fatores: a genética e a experiência de cada um. Certamente não estão determinadas no berçário todas as capacidades intelectuais das pessoas, o que quer dizer, sim, que é possível esculpir a inteligência - ainda que haja limitações para isso. Estudos indicam que é possível tornar-se genial numa área para a qual não se tem talento natural, todavia, uma pessoa apenas dedicada, não possuidora do talento natural, jamais chegaria a um desempenho como aquela que com as mesmas intruções possui o talento inato.
   Certamente a inteligência mais valorizada hoje é a lógica-matemática, mas de que adianta uma pessoa extremamente lógica, técnica, mas que não é capaz de socializar-se? A união do pensamento lógico à capacidade de lidar com as pessoas tem resultado em carreiras de sucesso nas grandes empresas. O que não dá é para interpretar esse tipo de constatação como uma espécie de fórmula para o êxito. Mas que, de nada adianta uma pessoa ser excelente em uma determinada área do conhecimento, e atrofiada em todas as outras. Deve-se tomar cuidado ao interpretar inteligência como sinonimo de altos indices de QI, uma vez que, tais testes medem apenas as capacidade lógicas e linguísticas.
Gabriel Ornellas

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Deus Não é Um Manipulador de Fantoches.

    Deus, o todo poderoso criador de tudo e de todos, será ? Para um pensador, não cabe apenas crer em Deus e sim entender o que e quem ele é. Não cabe aqui, quaisquer que sejam, críticas religiosas quanto menos em crenças sejam elas quais forem, contudo, um ser procurado por tantos povos, etnias, e gerações, nos desperta curiosidade. Como surgiu o mundo? Porque e com qual finalidade estamos aqui? Será que Deus criou tudo isso e nos colocou aqui como fantoches de um de seus "teatrinhos"?
     Existem diversas formas de se acreditar em Deus e todas levam ao mesmo destino, a Fé e às glórias alcançadas quando se acredita fielmente em algo. Será que Deus é um telespectador de nossas vidas, ou seja, uma peça externa ao nosso cotidiano? Não, Deus é tudo e tudo que existe é Deus. Segundo os panteístas, Deus não é alguém que criou o mundo um dia e desde então é uma entidade à parte de sua criação. Não. Deus é o mundo. A principal convicção é que Deus, ou força divina, está presente no mundo e permeia tudo o que nele existe. No Areópago do Antigo Testamento tem-se um discurso do apóstolo Paulo: "Porque nele vivemos, nos movemos e existimos"
    Sendo tudo Deus e Deus tudo, até onde vai nosso livre arbítrio? Se Deus realmente é tudo, nós somos uma parte de Deus, e assim sendo, nossos pensamentos, desejos, bem como manifestações físicas são vontades de Deus. É claro que tal argumento é frágil uma vez que você pode andar, pensar, e criar por si, mas será que Deus ou a Natureza, como assim chamava o filósofo Baruch Spinoza, não estaria andando pensando ou criado em você? É tudo uma questão da forma em que analisamos. Mas não, Spinoza não afirmava que o indivíduo não era capaz de determinar o que poderia fazer, contudo, existem limitações. Talvez você possa mover seu polegar ao bel-prazer, mas o polegar só pode ser movido de acordo com sua própria natureza. Ele não pode saltar da sua mão e sair pulando por ai. Da mesma forma, você também tem o seu lugar no todo. Segundo Spinoza, você é um ser singular, mas também é um dedo no corpo de Deus.    
    Imagine o seguinte. Um menino na idade da pedra, que com o tempo cresce, atira sua lança em animais, ama uma mulher e com ela tem filhos e, pode estar certo, adorou os deuses de sua tribo. O que passa em sua cabeça quando afirma que ele mesmo decidiu tudo isso? Ou melhor, um leão em uma savana. Você acredita que ele optou por viver como animal predador? E por causa disso ataca um antílope cansado? Será que ele não poderia viver como vegetariano? Não, pois o leão vive de acordo as suas leis, ou de acordo com as leis de Deus(natureza). O mesmo acontece com todos nós, pois também somos natureza. Agora imagine os seres humanos. Um recém-nascido, quando ele tem fome, se não lhe dão leite ele chora e coloca o dedo na boca para mamar. Será que este bebê possuiu livre arbítrio? E quando está criança, uma menina, digamos, passa ter livre-arbítrio? Aos dois anos ela corre por toda a parte entusiasmada com tudo que vê. Aos três vive fazendo birra e aos quatro, em um belo dia acorda tendo medo do escuro. Onde está a liberdade nisso? E aos quinze, diante do espelho, ela experimenta se maquiar. É neste momento em que ela toma suas próprias decisões? Ela é uma menina singular, e disto ela sabe, mas também vive seguindo as leis da natureza. O problema é que ela não percebe isso, pois por trás de tudo o que faz existe um número muito grande de motivos extremamente complicados.
    Spinoza considerava Deus, as leis da natureza, a causa interna de tudo o que acontece, logo, Deus não é um manipulador de fantoches. Um "mestre de marionetes" comanda tudo do lado de fora da cena, e por isso é uma coisa externa. Mas não é assim que Deus governa o mundo. Deus governa o mundo através das leis da natureza. Desta forma, Deus - ou a natureza - é a causa interna de tudo o que acontece. Sendo assim, tudo na natureza acontece porque deve ser assim. E onde fica Deus em tudo isso? - Em tudo que nos cerca.
(Texto baseado em publicações de J Gaarder)    
    Gabriel Ornellas

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A Cartola

Para muitos, o conforto de não saber de onde veio, para onde vai, e porque está aqui, traz um aconchego placentário, o qual deve ser respeitado. A busca pela segurança também é uma qualidade, porém, para aqueles que almejam ao menos tentar entender um pouco mais de todo este mistério que é a vida, recebemos de braços abertos para embarcar nesta viagem conosco, e digo desde já que é uma viagem sem volta, sem mérito, e que provavelmente jamais chegaremos ao que procuramos, e que, uma vez cortado o cordão umbilical não se tem mais como alimentar-se, e dai em diante, é necessário ir para à rua e buscar seu próprio alimento. Para aqueles que mesmo assim estiverem dispostos, bem vindos! 

"... a única coisa de que precisamos para nos tornarmos bons filósofos é a capacidade de nos admirarmos com as coisas."

"Para muitas pessoas, o mundo é tão incompreensível quanto o coelhinho que um mágico tira de uma cartola que, há poucos instantes, estava vazia.
No caso do coelhinho, sabemos perfeitamente que o mágico nos iludiu. Quando falamos sobre o mundo, as coisas são um pouco diferentes. Sabemos que o mundo não é mentira ou ilusão, pois estamos vivendo nele, somos parte dele. No fundo, somos o coelhinho que é tirado da cartola. A única diferença entre nós e o coelhinho é que ele não sabe que está participando de um truque de mágica. Conosco é diferente. Sabemos que fazemos parte de algo misterioso e gostaríamos de poder explicar como tudo funciona.
PS. Quanto ao coelhinho branco, talvez seja melhor compará-lo com todo o universo. Nós, que vivemos aqui, somos os bichinhos microscópicos que vivem na base dos pêlos do coelho. Mas os filósofos tentam subir da base para a ponta dos finos pêlos, a fim de poder olhar bem dentro dos olhos do grande mágico."
(J. Gaarder) 
Gabriel Ornellas

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Anonimato Declarado

Se alguem um dia ler estas palavras e questionar o nosso anonimato peço que se preocupe com os pensamentos e não com os pensadores, pois em época de pessoas que fazem "fakes" por não terem coragem de se expor, alimentando sua ignorância e tentando ganhar seguidores com o prestigio alheio, acho que a importância de nomes assinando pensamentos é irrelevante. Para aqueles que acharem que minha crítica recai sobre mim explico-me.
No meu ponto de vista uma coisa é utilizar-se de nomes, trejeitos de expressão e fotos ou caricaturas particulares de outrem para ser ouvido e "seguido", outra e totalmente diferente é prosseguir no anonimato declarado sem se valer do brilho de "celebridades" expondo pensamentos e idéias, algumas vezes críticas duras sobre coisas, acontecimentos etc. É diferente pois o primero acoberta-se diante do escudo de uma identidade caricata, enquanto nós preferimos deixar em aberto as nossas identidades por um simples motivo: direcionar críticas às criticas. Por quê não fazem o mesmo, pessoas mímicas?
Enquanto o primeiro tenta dizer o que pensa usando um "fundo ou frente" falsa, nós cuidadosamente pensaremos em nossas estrofes a serem expostas não sendo falsos conosco nem com as demais pessoas. Queremos que nossas idéias sejam expostas ao raciocíno público, quer concordem com elas ou não, mantendo abertura às negativas quanto às positivas pois, novamente, achamos que o foco principal das críticas devem ser as idéias e não críticas pessoais que apenas fariam com que perdêssemos o nosso precioso tempo.
Por fim, peço que as pessoas que se dispuserem a ler o conteúdo deste blog, saibam que haverá erros gramaticais, erros de pontuação e inconsistências no raciocínio, pois somos humanos e não temos medo de errar mesmo tendo certeza de que o faremos. Peço no geral que pensem antes de concordar ou não com nossas palavras.